• 15 de outubro de 2025

Paysandu se pronuncia após torcedora ser agredida por rivais no Mangueirão

Foto: Redes Sociais

O que deveria ser uma noite de lazer e paixão pelo futebol se transformou em um momento de terror para uma torcedora do Paysandu. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o instante em que a mulher, vestindo a camisa do clube bicolor, foi agredida e teve a peça arrancada por torcedoras do Clube do Remo.

O caso ocorreu na noite da última terça-feira (14), durante a movimentação para o clássico Re-Pa de número 780, válido pela 32ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

Nas imagens, quatro mulheres, supostamente integrantes de uma torcida organizada azulina, aparecem cercando a torcedora do Paysandu, arrancando sua camisa e a deixando seminu no chão. Pessoas ao redor presenciaram a cena, mas não intervieram. O episódio causou indignação e revolta entre torcedores de ambos os clubes.

Nota de repúdio do Paysandu

Em nota oficial, o Paysandu Sport Club classificou o ato como covarde e afirmou que ele fere a dignidade da vítima e os princípios de respeito, igualdade e convivência pacífica que devem orientar o esporte. A manifestação foi feita por meio da Diretoria da Mulher do clube.

Confira a nota na íntegra:

“O Paysandu Sport Club, por meio da Diretoria da Mulher, manifesta seu mais profundo repúdio ao episódio de violência ocorrido após o clássico Re-Pa, no qual uma torcedora bicolor foi covardemente agredida e teve suas roupas retiradas durante o ataque. As imagens têm circulado nas redes sociais.

O ato, além de inaceitável, fere não apenas a dignidade da mulher atingida, mas também todos os princípios de respeito, igualdade e convivência pacífica que devem nortear o esporte.

O clube reafirma o seu compromisso com a defesa intransigente dos direitos das mulheres e com a luta contra qualquer forma de violência, assédio ou humilhação. O futebol é paixão, é rivalidade dentro das quatro linhas — nunca um espaço para o ódio ou a barbárie.

Por fim, a Diretoria espera que as autoridades competentes tomem as devidas providências para identificar e responsabilizar as agressoras, a fim de garantir justiça à vítima e segurança a todas as mulheres que amam o futebol.”

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