• 7 de outubro de 2025

Ampla Amazônia reforça debate sobre COP30 em prêmio de jornalismo

Foto: Marcos Nascimento

As inscrições para a segunda edição do Prêmio Ampla de Jornalismo encerram nesta sexta-feira (10). Com o tema “COP 30, soluções para os desafios climáticos e para o desenvolvimento amazônico”, jornalistas de todo Brasil ainda podem participar. As inscrições, assim como o regulamento completo, estão disponíveis no site oficial premioampla.com.br.

Em 2024, o prêmio nasceu como uma iniciativa da Ampla Amazônia, idealizada pelos escritórios Pinheiro & Mendes Advogados (PMA) e Fonseca Br e estimula a produção de reportagens que denunciem os problemas socioambientais, mas também que apresentem propostas práticas e inovadoras para a região. Este ano, o prêmio também reforça o momento decisivo em que a capital paraense ganha destaque sendo sede de um dos maiores eventos climáticos do mundo: a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

Um dos fundadores da Ampla Amazônia e idealizador do prêmio, o advogado e empresário Giussepp Mendes, lembra que a primeira edição, em 2024, já foi considerada um sucesso, e a de 2025 ganha ainda mais relevância com a realização da COP30 em Belém. “Não poderíamos deixar de reverenciar o fato de que a capital do Pará vai sediar o maior evento ambiental do mundo. Nosso tema principal hoje se ancora na COP, mas pelo viés do desenvolvimento amazônico”, afirmou.

A premiação contempla quatro categorias: nacional, voltada para reportagens que foram publicadas em veículos nacionais; estadual, onde trabalhos de jornalistas da região Norte serão avaliados; digital, destinada a conteúdos produzidos em plataformas digitais; e, pela primeira vez, fotojornalismo, onde será avaliado o material de fotógrafos que tenham registrado a realidade da cultura e meio ambiente da nossa região.

“Estamos falando de uma premiação voltada para a sociedade amazônida, às questões, às demandas dos ribeirinhos, indígenas e quilombolas. Então a nossa expectativa é a melhor possível”, destacou Mendes.

O empresário Márcio Baena, também conselheiro da Ampla, reforçou: “Criar uma premiação como essa, em padrão internacional, é um excelente motivo para produções inovadoras. O holofote da ONU está aqui, países do mundo todo olhando para a Amazônia, e nada melhor do que quem mora aqui para contar a nossa realidade”.

A curadoria é conduzida pela jornalista Giuliana Morrone, ex-comentarista do Jornal da Globo. Para ela, a iniciativa valoriza a informação de qualidade em um cenário marcado pela desinformação: “Vivemos tempos difíceis, imersos em fake news. E temos um prêmio, apoiado por empresários, que escolhe ir na direção de valorizar o jornalismo responsável”, ressaltou.

Relacionadas

Especialistas alertam sobre riscos de alimentar macacos do Bosque Rodrigues Alves

Especialistas alertam sobre riscos de alimentar macacos do Bosque…

Especialistas trouxeram, esta semana, um alerta importante em relação aos macacos que habitam o Bosque Rodrigues Alves, localizado na Av. Almirante…
PRF resgata seis arraias transportadas irregularmente na BR-316, em Castanhal

PRF resgata seis arraias transportadas irregularmente na BR-316, em…

Seis arraias foram resgatadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante uma fiscalização realizada na noite da última quarta-feira (14), no quilômetro…
Paciente com obesidade consegue fornecimento de Mounjaro após ação na Defensoria Pública

Paciente com obesidade consegue fornecimento de Mounjaro após ação…

A Defensoria Pública do Estado do Pará garantiu na Justiça o fornecimento do medicamento Mounjaro para uma paciente de 61 anos…