- 10 de abril de 2026
Janela partidária redefine o cenário político no Pará e a composição das bancadas; veja como ficou
O encerramento da janela partidária, no início de abril, provocou mudanças na composição política no Pará e redesenhou o cenário para as eleições de 2026. O período, iniciado em março, foi marcado por trocas de legenda entre parlamentares e pré-candidatos.
No estado, partidos alinhados à base do governo estadual concentraram o maior número de filiações. O Movimento Democrático Brasileiro ampliou sua presença tanto na Câmara dos Deputados quanto na Assembleia Legislativa.
Entre os movimentos registrados, está a filiação do ex-ministro Celso Sabino ao Partido Democrático Trabalhista, após período sem vínculo partidário. O levantamento foi feito pelo jornalista Jorginho Neves, do Portal Ver-o-Fato.
Bancada federal do Pará
Com as mudanças, a bancada paraense na Câmara dos Deputados passou a ter a seguinte distribuição:
- MDB (5)
- Antônio Doido
- Elcione Barbalho
- José Priante
- Keniston Braga
- Renilce Nicodemos
- PL (3)
- Éder Mauro
- Delegado Caveira
- Joaquim Passarinho
- Podemos (2)
- Alessandra Haber (eleita pelo MDB e depois filiada ao PSB)
- Olival Marques (eleito pelo MDB)
- PSD (2)
- Júnior Ferrari
- Raimundo Santos
- PT (2)
- Airton Faleiro
- Dilvanda Faro
- PDT (1)
- Celso Sabino (eleito pelo União Brasil)
- PSB (1)
- Andréia Siqueira (eleita pelo MDB)
- União Brasil (1)
- Henderson Pinto (eleito pelo MDB)
Composição da Alepa
Na Assembleia Legislativa do Estado do Pará, a nova configuração entre os 41 deputados ficou distribuída entre diferentes partidos, com maior presença do MDB:
- MDB (14)
- Adriano Coelho (eleito pelo PDT)
- Ana Cunha (eleita pelo PSDB)
- Andréia Xarão
- Carlos Vinícius
- Chamonzinho
- Cilene Couto (eleita pelo PSDB)
- Eraldo Pimenta
- Erick Monteiro (eleito pelo PSDB)
- Iran Lima
- Martinho Carmona
- João Pingarilho (suplente de Toni Cunha, eleito pelo PL, pelo Podemos)
- Ronie Silva
- Wanderlan Quaresma
- Zeca Pirão
- União Brasil (6)
- Ângelo Ferrari (eleito pelo MDB)
- Chicão (eleito pelo MDB)
- Diana Belo (eleita pelo MDB)
- Fábio Freitas (eleito pelo Republicanos)
- Thiago Araújo (eleito pelo Cidadania e depois filiado ao Republicanos)
- Victor Dias
- PT (5)
- Antônio Tonheiro (eleito pelo PP)
- Carlos Bordalo
- Dirceu Ten Caten
- Elias Santiago
- Maria do Carmo
- PSD (4)
- Aveilton Souza (eleito pelo PL)
- Gustavo Sefer
- Ivanaldo Braz (eleito pelo PDT)
- Nilton Neves
- Avante (3)
- Josué Paiva (eleito pelo Republicanos)
- Renato Oliveira (eleito pelo Podemos e depois filiado ao MDB)
- Wescley Tomaz
- PP (3)
- Lu Ogawa
- Luth Rebelo
- Paula Titan (eleita pelo MDB)
- PL (2)
- Coronel Neil
- Rogério Barra
- Podemos (1)
- Bob Fllay (eleito pelo PTB e depois filiado ao PRD)
- PSOL (1)
- Lívia Duarte
- PV (1)
- Fábio Figueiras (eleito pelo PSB)
- Republicanos (1)
- Torrinho Torres (suplente de Igor Normando, eleito pelo MDB, pelo Podemos, depois filiado ao MDB)
Novo cenário político
As mudanças ocorrem após o prazo legal para troca de partido por parlamentares com mandato. O período é considerado estratégico por permitir a reorganização de forças políticas antes das eleições.
Com a nova distribuição, partidos buscam estruturar chapas e alianças para a disputa de 2026, tanto no campo majoritário quanto proporcional.