- 7 de abril de 2026
CUIDADO ESCASSO
O envelhecimento já bate à porta em Belém, mas a estrutura ainda engatinha. Com cerca de 1,5 milhão de habitantes e mais de 10% acima dos 60 anos, a capital paraense conta com algo em torno de 10 Instituições de Longa Permanência para Idosos, as ILPIs, entre públicas e privadas. Definidas pela Anvisa como residências coletivas, essas instituições são peça-chave diante do crescimento da longevidade. Mas a oferta de vagas segue limitada, como um alerta silencioso às famílias paraenses.
BELÉM DIFERENTONA
Belém acordou diferente nesta segunda, com uma neblina dessas de fazer o olhar duvidar da própria cidade. Fenômeno raro por aqui, mas comum em regiões de clima subtropical, ela deu as caras graças à combinação de alta umidade, ventos fracos e resfriamento nas primeiras horas do dia, receita clássica para esse “véu” baixo. No Ver-o-Peso, tudo parecia em câmera lenta. Teve atraso, estranhamento e, claro, curiosidade. Belém viveu seu momento londrino.
PESO CRESCENTE
Em Belém, o avanço da obesidade já aparece em números concretos. Segundo o Vigitel, mais de 55% dos adultos na capital paraense estão com excesso de peso, enquanto cerca de 20% já vivem com obesidade. A pesquisa sugere um cenário provável de 35% a mais de 40% de obesidade até 2030. O cenário reflete mudanças no padrão alimentar e no estilo de vida urbano. Sem políticas eficazes de prevenção, especialistas alertam que a tendência é de agravamento.