• 26 de janeiro de 2026

Michael Schumacher ‘não está acamado’, diz jornal inglês sobre estado de saúde de lenda da Fórmula 1

Foto: Extra/O Globo

Desde que sofreu um acidente enquanto esquiava, em dezembro de 2013, a lenda da Fórmula 1 Michael Schumacher não é visto em público, sendo mantido recluso em sua casa em Maiorca, na Espanha. Neste domingo, o jornal inglês “Daily Star” publicou que o ex-piloto não está acamado, mas ainda é acompanhado em tempo integral por uma equipe, uma vez que não consegue andar. De acordo com a publicação, o alemão assiste pela TV a corridas de Fórmula 1.

Ainda segundo a publicação, Schumacher depende de enfermeiras para se locomover em uma cadeira de rodas. A família do ex-piloto sempre manteve seu estado de saúde em segredo, sem compartilhar informações. Há 13 anos, desde o acidente, Schumacher não visto. Aos poucos amigos e parentes que têm permissão para visitá-lo é proibido fazer fotos e vídeos dele e na propriedade onde vive integralmente desde então.

Michael Schumacher sofreu o grave acidente enquanto esquiava em Méribel, nos Alpes Franceses, em 29 de dezembro de 2013. Ao sair da pista, ele caiu e bateu a cabeça em uma pedra, sofrendo traumatismo craniano. Ele usava um capacete, equipamento de segurança que evitou danos ainda maiores e até a morte. O ex-piloto, na época já aposentado aos 44 anos, foi socorrido de helicóptero para um hospital. Foram necessárias duas cirurgias, permanecendo em coma induzido até junho de 2014.

Ao deixar o hospital, Schumacher passou a viver recluso, numa decisão da família, cercado por uma equipe médicas. Pessoas do ciclo social deles afirmam que há uma determinação de que não devem ser passadas ou divulgadas informações sobre o estado de saúde do ex-piloto.

Ainda de acordo com o “Daily Star”, ele vive com a ajuda diária de uma equipe de médicos, cuidadores e terapeutas. Para pagar o tratamento, a família vendeu bens desde então, como a casa de férias na Noruega, jatinho e chalé. Em 2024 foi noticiado que os gastos chegavam a R$ 38 milhões anuais.

Há um ano, em entrevista ao jornal inglês “Express”, Jean Todt, ex-chefe da equipe Ferrari, falou que visitava Schumacher regularmente e disse, sem entrar em detalhes:

“A família decidiu não responder à pergunta (sobre a saúde de Schumacher), uma escolha que respeito. Vejo-o regularmente e com carinho, ele e sua família. Nosso vínculo vai além do trabalho do passado. Faz parte da minha vida, que hoje está muito distante da Fórmula 1.”

(com informações de Extra/O Globo)

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