• 11 de fevereiro de 2026

Dois suspeitos de matar guardas municipais morrem em operação policial em Portel

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Dois homens suspeitos de envolvimento no ataque que matou dois guardas municipais em Portel, no arquipélago do Marajó, morreram na manhã desta terça-feira (10) durante uma operação integrada da Polícia Civil e da Polícia Militar do Pará. Segundo as autoridades, os suspeitos reagiram à abordagem policial e foram baleados em troca de tiros.

Os mortos foram identificados como Eldiney Moreira Guilherme e um homem conhecido pelo apelido de “Cara de Doido”. Ambos chegaram a ser socorridos pelos próprios agentes e encaminhados ao Hospital Geral de Portel, mas não resistiram aos ferimentos.

De acordo com a Polícia Civil, a ação teve como objetivo cumprir mandados judiciais e localizar envolvidos no atentado ocorrido no último fim de semana no município. Durante as diligências, os dois suspeitos teriam efetuado disparos contra as equipes policiais, o que deu início ao confronto. As armas utilizadas foram apreendidas e perícias foram solicitadas.

Em nota, a Polícia Civil informou que os suspeitos possuíam antecedentes criminais por tráfico de drogas e latrocínio. As investigações seguem sob responsabilidade da Delegacia de Portel, com apoio da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP).

Na segunda-feira (9), outros dois suspeitos de envolvimento no caso foram presos e apresentados na Delegacia de Portel por equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Um terceiro suspeito já havia morrido durante uma operação policial realizada antes das prisões.

A ofensiva policial ocorre após uma sequência de crimes violentos registrada em Portel no último fim de semana, quando quatro pessoas foram assassinadas a tiros. Entre as vítimas estão os guardas municipais Alessandro Oliveira Freitas e Iago Fernando Medeiros Pereira, que faziam rondas pela cidade quando foram atacados por homens armados que estavam em um carro, supostamente portando fuzis. Outros dois guardas municipais ficaram feridos e foram levados ao Hospital Regional do Marajó, em Breves.

Após o ataque aos agentes, os criminosos ainda teriam invadido uma residência e executado um homem conhecido como “Gato Mestre”, apontado como envolvido com o tráfico de drogas. Em seguida, foi morto a tiros o professor Dalcides Santana Pinheiro. A motivação do assassinato do educador ainda é desconhecida.

Depois da sequência de crimes, os suspeitos abandonaram um veículo na rua Duque de Caxias, na área conhecida como Portelinha, onde o carro foi incendiado. O caso segue sob investigação.

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