• 17 de fevereiro de 2026

Bloquinho de Carnaval leva acolhimento e bem-estar a acompanhantes no Hospital Metropolitano

Foto: Ascom/HMUE

Em meio à rotina intensa de atendimentos de urgência e emergência, um clima diferente tomou conta do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, na manhã desta terça-feira (17). Marchinhas, alongamentos e momentos de descontração marcaram o “Bloquinho da Reabilitação”, iniciativa voltada aos acompanhantes de pacientes internados na unidade.

A ação faz parte do projeto “Acompanhante em Movimento”, que tem como objetivo cuidar da saúde física e emocional de quem permanece ao lado dos pacientes durante o período de internação. A proposta é oferecer pausas na rotina hospitalar para pessoas que, muitas vezes, passam dias ou até semanas dedicadas integralmente ao familiar.

Criado para reduzir os impactos físicos e emocionais da permanência prolongada no ambiente hospitalar, o projeto inclui exercícios leves, orientações posturais, dinâmicas em grupo e rodas de conversa. Inspirada no período carnavalesco, a atividade temática buscou unir movimento e música para aliviar o estresse e estimular o ânimo dos participantes.

Moradora de Ananindeua, Raiane Martins, de 29 anos, acompanha o tio internado após um acidente de moto e participou da ação. “Movimento é vida. Mesmo não sendo a gente que está doente, acabamos ficando mal com a rotina. O projeto é importante porque se exercitar é essencial para a saúde e a qualidade de vida”, afirmou.

José Silva, que veio de Garrafão do Norte para acompanhar o irmão, também destacou a experiência. “Foi muito positivo. Me senti acolhido, mais leve e animado”, disse.

De acordo com a fisioterapeuta Vitória Sena, as atividades contribuem diretamente para o bem-estar dos acompanhantes. “Entendemos que o acompanhante também precisa de cuidado. Momentos como esse ajudam a reduzir o estresse, melhorar a disposição física e fortalecer o emocional, o que também reflete no apoio ao paciente”, explicou.

Durante o bloquinho, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais conduziram alongamentos e exercícios de mobilidade. A música ajudou a criar um ambiente mais leve e incentivou a participação espontânea dos acompanhantes.

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