• 4 de dezembro de 2025

Abel Braga se justifica após polêmica: ‘Quem perde um filho não é homofóbico’

Reprodução/Internacional

O técnico Abel Braga, do Internacional, utilizou a coletiva de imprensa após a derrota para o São Paulo por 3 a 0 para rebater as acusações de homofobia que tem enfrentado. O comandante colorado tentou se justificar publicamente, quatro dias após o comentário polêmico, recorrendo a um drama pessoal.

Na tentativa de se defender, Abel lembrou a morte trágica do filho, João Pedro, ocorrida em 2017. Ele argumentou que a dor de perder um familiar não se alinha à intolerância: “Eu perdi um filho com 19 anos. Quem perde um filho não é homofóbico. Quero que vocês entendam isso.”

A polêmica começou durante a apresentação no clube gaúcho, quando o técnico de 73 anos comentou sobre o uniforme de treino do elenco. Em um relato sobre uma conversa no vestiário, ele reproduziu a frase: “Pô, eu não quero a p#rr* do meu time treinando de camisa rosa, parece time de vead#”.

Durante a declaração no Beira-Rio, o treinador se mostrou arrependido pelo teor da fala, admitindo ter agido de maneira imatura no vestiário. Ele reforçou que o comentário foi uma “brincadeira que eu fui o juvenil, não devia ter falado nada ali e pronto, aquilo passava”, segundo afirmou.

João Pedro Braga tinha 19 anos quando morreu em 2017, após uma queda do terraço do prédio onde residia no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. Naquela época, o atual técnico do Internacional era o treinador do Fluminense, clube rival do estado.

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