- 18 de maio de 2026
Argentina lidera preferência de brasileiros que não vão torcer pelo Brasil na Copa de 2026, diz pesquisa
Um levantamento estatístico recente da consultoria AtlasIntel revelou que a Argentina é a principal escolha de apoio entre os brasileiros que decidiram não torcer pela Seleção Nacional na Copa do Mundo de 2026. Segundo os dados apresentados, cerca de 33,6% desse público específico pretende estender seu apoio aos vizinhos sul-americanos durante o torneio.
A Coreia do Sul desponta na segunda colocação do ranking de preferências com 15,7% das menções dos entrevistados, seguida de perto por Portugal, que soma 9%. Completam a lista de nações lembradas países como África do Sul, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e França, que registram intenções de torcida que variam entre 3,7% e 5,2%.
A análise geográfica aponta disparidades acentuadas, com o Nordeste liderando o apoio à Argentina, onde o índice de preferência chega a expressivos 57,4% dos torcedores alternativos. Por outro lado, essa simpatia pelo time de Buenos Aires desaba na Região Sudeste, registrando somente 12,2% das respostas favoráveis.
O fator geracional também expõe contrastes culturais marcantes, exemplificados pelo forte apelo da Coreia do Sul, que atinge 34,3% de preferência entre os jovens da Geração Z devido à exportação de produtos de entretenimento. Em contrapartida, as populações mais velhas, compostas por baby boomers e pela geração silenciosa, preferem manter a tradição sul-americana e somam 40,6% de apoio aos argentinos.
A sondagem identificou ainda que os respondentes de maior poder aquisitivo tendem a apoiar a seleção portuguesa, enquanto gigantes europeus tradicionais, como Alemanha e Inglaterra, perderam espaço. Uma situação inusitada revelou que 3% dos ouvidos planejam torcer pela tetracampeã Itália, embora a equipe europeia sequer tenha se classificado para disputar a competição mundial deste ano.
O estudo da AtlasIntel coletou os dados entre os dias 27 de abril e 8 de maio de 2026, entrevistando 964 pessoas em território nacional. O diagnóstico final possui um nível de confiança fixado em 95% e adota uma margem de erro estimada em três pontos percentuais para mais ou para menos.